4 de jul. de 2008

Passe a régua...


Mudanças...
Esse blog acompanha o dono, e muda.

Por ora, acaba.


Bises.

D.


16 de jun. de 2008

Ah não Shyamalan, de novo?


Fui ver o
Fim dos Tempos, novo filme do M Night Shyamalan.

Pegue 2 xícaras de
Sinais
Adicione 1 pitada de
Sexto Sentido
Confeite com
A Vila
A gosto, tempere com raspas de
non-sense, pretensão e dejá vu.

Deixe em banho-maria por longuíííííííssimos 96 minutos e:
Pronto! Temos um novo filme!
A princípio, a um paladar menos exigente, parece boa refeição...
Mas o residual é sofrível.

Falta muito pro próximo Almodóvar?

8 de jun. de 2008

Sex and the City



Acabei de ver o Sex and the City - the Movie.
Gente, indo contra as críticas, este filme funciona tão bem!
Adorei a maneira como carregaram a tinta do seriado pra fazer um filme que surpreende por mostrar tão bem mais do mesmo.
A trilha sonora é irretocável, tanto que entendi porque o CD esgotou antes de chegar ao Brasil.. hehehehe, mas viva o Orkut né!
Spoiler: soco no estômago o "casório"... vale o ingresso e vence a dúvida do filme valer a pena.
Estou hiper-excitado pela milhares de referências fashion, musicais, literárias, etc etc etc.
Até para um expectador bissexto do seriado como eu, um bom programa.

D.

2 de jun. de 2008

Eleições nos EUA? Vamos pelo menos rir!




Ahuahuahauahuahaua!!!!!!!


23 de mai. de 2008

Blindness - Ensaio sobre a Cegueira

Trailer:



Saramago:



Estou hiper-ultra-mega-blaster ansioso por este filme!
Valha!
Se ainda não, LEIA O LIVRO!

12 de mai. de 2008

De almas unas



A vida reserva surpresas pra gente. A melhor delas são pessoas que nunca imaginávamos que existiam, e quando encontramos percebemos que, de uma forma misteriosa e precisa, estamos encerrados nelas. Assim mesmo: conhecemos e nos reconhecemos ali, no outro impensado.

Eu posso dizer que tenho esta sorte, com almas tão doces que me são um paraíso.

São Paulo trouxe mais pérolas ao meu fio, e uma de esplendor ímpar...

Esta semana fez um ano que gozo da companhia na jornada de um amigo assim. Palavras são frágeis para comportar todo o significado que ele tem para mim: mais que amante, mais amigo, mais que irmão, ele é um espelho dual, uma imagem melhorada e piorada de mim, um lugar inacessivelmente próximo, onde me deleito, me perco, sorrio.

Ele me puxa para cima, com mais força do que a subida da casa dele pro metrô, e me faz querer ser melhor.

Ele me faz rir, de mim, de nós, da vida.

Ele me faz pensar, refletir, me ajuda a construir rumos, a explorar possibilidades, a desbravar o universo.

Ele me fez redescobrir o menino que julgava sepulto em mim, e junto com sua própria criança, me fez sorrir das coisas inúteis aos adultos, invisíveis para mim já há tanto tempo.

Gosto dele, da sua presença, da sua companhia, do nosso papo sem fim, vazio de conteúdos formais e cheio de entusiasmo pelo vibrar dos nossos corações vãos...

Amo este amigo. E, por onde quer que eu vá, o trarei sempre comigo, gravado. Afinal, somos um, fomos re-unidos pela ironia sem fim deste caos cósmico, e distâncias são nada perto da conexão que criamos.

Ele sofre, e me dói também... mas dizem que a dor é o melhor combustível para escritores... por isso, hoje resolvi escrever sobre ele. Sofro com ele, sofro nele... Mas sei que do mesmo veio donde corre esta dor de agora, jorra sem fim um amor que nos enche sempre de alegria, de entusiasmo e de certeza: certeza de sermos companheiros infalíveis na jornada que estamos empreendendo nesta vida.

Palavras são falhas, gastas, mas às vezes merecem ser ditas como se fosse a primeira vez, como se as tivéssemos criado. E digo com a audácia que nossa história me ensinou: Bruno, te amo. Minha vida é incomparavelmente melhor com você me atazanando.

2 de mai. de 2008

De volta à Oz




Céu de Brasília... tantas promessas, tantos sonhos, tanta vida vivida sob este espetáculo impassível...