
A dor é pródiga em encher páginas... Mas o alento da felicidade é inefável, intransponível às letras, apesar dos brilhantes esforços dos poetas. Senti-me assim na última ida a Brasília. Ver os amados, ser amado por eles, foi muito bom... fiz direitinho o exercício de casa, enchendo meu “saquinho de afeto” até a borda. Não sem um travo intraduzível, um sei-lá-quê que me deixou um tanto quanto blasé, mas a sensação gostosa de sentir-se querido foi reconfortante.
Mas que tesouro fazer disso? Há tanto a fazer, a ser, a vencer... Trabalho, dieta, academia, terapia, há que se começar por alguma coisa... Mas sinto que comecei bem. A jornada ao centro do eu, longe de misantropia autofágica, tem sido uma bússola. Ao perceber que os mundos de ontem, de hoje e do desejado amanhã estão em descompasso, como redimensionar-me para alçar vôo rumo ao que vem? A tentativa de manter trilhos seguros nesta jornada é árdua, com vitórias e derrotas... Coisas fortes e certas desmoronaram, e percepções sutis se confirmaram cristalinamente. O que sei agora é o que sou. Plagiando Paulo, lançando-me ao que vem...
Bises
Mas que tesouro fazer disso? Há tanto a fazer, a ser, a vencer... Trabalho, dieta, academia, terapia, há que se começar por alguma coisa... Mas sinto que comecei bem. A jornada ao centro do eu, longe de misantropia autofágica, tem sido uma bússola. Ao perceber que os mundos de ontem, de hoje e do desejado amanhã estão em descompasso, como redimensionar-me para alçar vôo rumo ao que vem? A tentativa de manter trilhos seguros nesta jornada é árdua, com vitórias e derrotas... Coisas fortes e certas desmoronaram, e percepções sutis se confirmaram cristalinamente. O que sei agora é o que sou. Plagiando Paulo, lançando-me ao que vem...
Sorte do biscoito chinês:
“O que tem que ser seu
sempre voltará a você.”
Bises
