18 de jan. de 2007

Solidão povoada


A solidão povoada de João da Cruz faz-se sensível para mim estes dias: meio chumbrega esta comparação, mas vale. Gosto da decisão que tomei, do novo rumo, mas agora a cicatriz do umbigo começa a cicatrizar e doer um tantinho. A família, os irmãos, fazem uma falta danada! Mas dói mesmo é a falta dos amigos... Ainda não é aquela dor surda (viva o Prozac!), mas sinto falta de um punhado de gente: Thaís, Pedro, Zé Leo, Otalívio, Mardem, Davi, Núbia, Jean, Yone, Magna, Abel, Sarah, Wagner, Gonzo, Fidel, Romulo, Jailton, Gisele, Marcos, Cláudio, Andréia, Iran, Júlio, Leo, Aline, Tatiana, Betinho, Michelle, Paulo (que nem conheço ainda!), Marina, Carlos, Flávia, Fabi, Kinna, tantos, tantas... (galera, não necessariamente nessa ordem de nomes, é aleatória!)
Esta semana galguei algumas vitórias: fui e voltei de ônibus pro trabalho sem me perder, fui ao cinema sozinho pela primeira vez (e o bicho-papão nem me pegou!), lavei louça, sorri para as pessoas (pasme!), até organizei minhas roupas! Mas ainda é cedo para outras: continuo comendo junkfood, falando sozinho, nem sei onde tem academia por aqui (não obstante já ter ido a uns 7 restaurantes maravilhosos!), e sim, continuo achando que meu umbigo é o centro da Pangéia. Aliás, que umbigo mais lindo, num abdômen tão amplo e bronzeado!
Como estou sem net em casa, as atualizações do blog serão mais escassas... Mas sempre que der, acessem para saber da minha vida glamourosa na capital da South América.
Bises.
P.S.: Comentários são bem-vindos, lidos e pranteados nas madrugadas frias.